sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Redação???? o.Õ

Ah, dia de sol, muito para fazer e pouca coragem para começar...
Tarefa do dia: Redação.
Tem palavra mais chata aos ouvidos do que essa???
Parece que eu sempre tenho que escrever o que fiz nas férias... jhela total! rs
Mas enfim, para ganhar pontinhos a gente faz de tudo, não é?

Vamos ao tema da semana: Profissão. Coisa bonita!
É, já teve vícios, cinematografia e agora vem a profissão.
Pelo menos pra mim, assim, como substantivo a palavra é até meio feia, concordam? Mas vamos enxergar além (nossa, essa frase não combina comigo.)
Vou parafrasear Chorão, o Grande, que diz: "Se é para falar de algo bom, eu sempre vou me lembrar de vc... tchururu", e vamos falar daquilo que sei, ué!

Lá vai:

Por definição, profissão é o ato de professar. Tá, parece óbvio. Eu sei. Mas vai além.
Professar, por sua vez, é reconhecer publicamente, abraçar, adotar uma atividade ou ocupação com a qual se pode tirar meios de subsistência (tipo apresentar o namorado para a família, sem a parte da subsistência).

Na prática, poucos acabam escolhendo sua profissão levando em conta os desejos e vontades (que sorte a nossa, hã?). Tantas vezes, por comodismo ou conveniência, adotam um trabalho que nada tem a ver com o que se gosta e quantos, já no fim da vida se queixam por terem gastado tanto tempo dessa forma.
Quando vêem alguém extremamente bem sucedido e feliz (aêêêêêê) com aquilo que escolheu para si, a dúvida sobre as escolhas e recompensas são inevitáveis e comaçam a repensar tuuuuudo...(crise existencial, sabe? haha)

Mas me diz, por que é tão difícil para alguns escolher? Por que acabam dizendo que a vida escolheu por eles?

Os jovens se queixam de muitas possibilidades, os mais velhos de falta de opção. Fato é que, para se adotar um ofício pelo gosto em executá-lo, contrariamos o dicionário e há que se ter coragem para tal.

E por que tanta baboseira melosa????

Gente, ao analisar o jornalismo, se considerarmos o grande Aurélio, a descrição da função não chega nem perto do que somos. Dizer apenas que é a função do jornalista passa longe da realidade. (Acho que vou mandar uma sugestão para a próxima edição dos dicionários, totalmente baseada no que eu penso. Que medo.)

O jornalista (o de verdade, pelo menos) é mais do que uma pessoa que dirge ou redige um jornal (imagine todo mundo se achando O editor!!!), tampouco o que apenas colabora com ele. O jornalista de alma, com dom para a coisa, aquele que nasceu para isso, é o que sabe de si, que se conhece, que se reconhece e não poderia fazer nada além disso.
A vontade de realizar, de conhecer, de divulgar, de se fazer notável é latente (que palavra bonita, não?) e mesmo sem perceber, professa isso o tempo todo.

Não se trata de prometer, jurar, fazer votos. É algo que não se controla, é natural, é instintivo. E da mesma forma, o verdadeiro jornalista sabe que seu trabalho não tem glamour, não é Hollywood, não é reality show, é reality life. Não é cômodo e nem pacato. Não tem hora para começar, muito menos para acabar. Aliás, não acaba nunca! E por isso, talvez, principalmente por isso, não consegue deixar de fazê-lo.

Jornalismo é mais que uma profissão. Não é um simples ganha pão. (Isso me pareceu verso do Zeca Baleiro).

Jornalismo é um estado de espírito. É desejar o novo e sempre mais. É saber que quanto mais se estuda, menos se sabe. Que quanto menos se sabe, mais se pode aprender e não se contentar, jamais! O tudo ainda é muito pouco. (Vamos dominar o mundo!!! haha)

O jornalismo é então a profissão da insatisfação. O jornalista sempre arranja um tempo, sempre tem um espaço, sempre vê uma folha em branco e ainda o verso, quer corrigir, quer revisar, quer fazer melhor.

Estamos afinal, na profissão do começo, do recomeço, e do nunca. Nunca parar, nunca deixar.
Somos aqueles que não vão sobreviver. E sim, somente viver.


Besitos,

Jacyara Rocha.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Aêêêêê!!!! Ready? Fight!


Lindas? Absolutas? Somos Sthefanies?













Bem vindos ao futurosucessorelâmpagomaisduradourodahistóriadablogosfera! hehe

Não, não vamos falar do Big Brother ou da Fazenda. Tão pouco discutir qual império arrendará o Reino dos Céus (Globo ou Record). Do tio Silvio? Piorou. Até porque, nessa ele foi esquecido, regras são regras e o judeu ficou de fora de mais essa briga. Como se já não bastasse a da audiência, hein...

Mas meus amigos, digressões à parte, falamos em definitivo do núcleo do besteirol do Unifieo. Sim, isso é uma universidade, e bem conceituada eu diria.
Tem todo aquele papo de professores suuuper bem formados, cheios de experiência e vontade de ensinar. Doutorado de um lado, mestrado de outro, cursos reconhecidos e ex-alunos absolutamente bem sucedidos.

Entretanto, o objetivo aqui não é a publicidade. Pelo menos não a da Fieo.

Aliás, é bom deixar claro para depois não receber reclamações de gente que não sabe reconhecer uma piada nem quando ela vem com tí­tulo. Este é um espaço para nossos pensamentos (perigo: mode on).
Sim, nós, duas loiras, cursando o curso mais arrogante da história das profissões (embora seu diploma não seja mais necessário, o que não quer dizer que o mundo sobreviverá sem nós para contar como foi), JORNALISMO.

Ah, o jornalismo... a profissão que sabe pouco de tudo e muito de nada, mas que está em todo lugar. Isso, chame-nos de baratas, mas o mundo pode ser bombardeado e continuaremos vivos!

Enfim, esse blog é mais que um espaço para comentários e desabafos, é uma homenagem e culto a um período que promete ser um dos melhores de nossas vidas, onde encontramos pessoas maravilhosas e também algumas criaturas difí­ceis de definir (urrrrgghhh), mas sem dúvida, um ambiente onde se concentram as melhores piadas, os melhores amigos, as melhores risadas, as melhores festas, as melhores viagens, as melhores histórias e uma parte de nossas vidas que jamais será apagada...

Agora não somos mais calouras e por nos achar muito veteranas, nos atrevemos a dividir toda e qualquer opinião, revolta, anseio, angústia, curiosidade, palhaçada e alegria, muita alegria!!!
O objetivo é não parar tão cedo, embora as provas talvez nos deixe ausentes, e se acaso se identificar com nossas maluquices, não se acanhe... acreditamos e constatamos a cada dia que gente louca só atrai gente louca.
Então, junte-se a nós, universitárias, ferradas, pilhadas, bêbadas, apaixonadas e dementes!

E como não podia deixar de explicar, o nome desse blog, é claro, nasceu na Fieo. Numa aula de Filosofia, quando fomos apresentadas a fatos que mudariam nosso modo de ver o mundo (que bonito isso, não? Acho que tenho futuro), nosso querido, amado, idolatrado, salve-salve Ronaldo (brilha muito no Corinthians), disse que tudo aquilo era apenas o começo e que algo em nós mudaria, que não serí­amos mais as mesmas, que sobretudo, as pessoas perceberiam isso logo e que, mais cedo ou mais tarde, ouvirí­amos: "Foi aquela maldita faculdade!"

Se você já ouviu de algum namorado(a) (ou agora, ex-namorado), noivo(a), marido, mulher, mãe, pai, irmão, colega de trabalho, amigo de infância ou de baladas, vizinho, parente, conhecido ou qualquer ser humano, que a faculdade te deixou diferente, junte-se a nós e agradeça por isso, temos a certeza de que isso nos faz melhores a cada dia!

É isso, aí­! Fique à vontade, porfa!

Em homenagem às menis (Maria-dementes da minha vida). Sim, foi essa maldita faculdade!


Jacyara Rocha.